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sábado, 4 de setembro de 2010

PARTE 1: ENTREVISTA DE SIMONY SOBRE A CANDIDATURA A DEPUTADA ESTADADUAL DE SÃO PAULO

Próxima do candidato Celso Russomanno, Simony sse candidatou a Deputada Estadual em São Paulo e promete lutar em prol dos direitos das mulheres e das crianças, confira entrevista por Felippo Cecilio:

Por que resolveu disputar as eleições? Desde quando se interessa por política?
Simony - Há muito tempo as pessoas me convidam para concorrer. Mas eu acho que embarcar numa coisa dessas sem uma ideologia, entrar só por entrar, é algo muito fútil. Temos que entrar pra ajudar, com projetos bacanas, com o intuito de melhorar a vida das pessoas. Eu sempre vivi da minha vida artística, nunca precisei de outro trabalho para sobreviver. Sinto-me um pouco política, artista é assim. As pessoas me pedem as coisas, pedem ajuda, vêm na porta da minha casa. Existe essa fantasia de que artistas conseguem as coisas mais fáceis.
Então, retomando, recebo convites há muito tempo e resolvi aceitar agora por conta disso. Para ajudar essas pessoas que me pedem. Eu ajudo muitas instituições, mas nunca fiz propaganda disso. A minha base é a família, são as crianças, é o social, é o que eu gosto de fazer. É a área pela qual quero brigar. A Lei Maria da Penha melhorou muita coisa para as mulheres, mas ainda é fraca. A mulher faz a denúncia e o cara só vai preso quando a mulher é morta. Isso quando vai, porque geralmente não vai. Só medidas cautelares não resolvem. Tem que criar conselhos tutelares. Quero entrar pra somar e mudar.


Essas serão suas principais bandeiras então?
Simony -Minha bandeira é a de sempre, a família. Sou arrimo de família, não vivo com os pais de nenhum dos meus três filhos. A família está muito destruída, as pessoas não têm mais esse conceito, como meus avós, por exemplo, que farão 50 anos de casados. A instituição está destruída. Eu queria ajudar, mostrar que a família é importante, que mesmo uma mãe solteira é capaz, que mulher nenhuma precisa apanhar só porque um homem sustenta a casa. Com um único show eu ganho o que ganharia por mês se fosse deputada. A minha vontade mesmo é de ajudar, olhar as comunidades, ver as pessoas que necessitam realmente. Serei uma pedra no sapato de muita gente, pois não serei boneca manipulada por alguém. Quando eu fui convidada pelo partido eu disse a eles que tenho personalidade, em tudo que eu entrei fui até o final. Sempre fui taxada como polêmica por falar aquilo que sinto. Onde eu passo as mulheres dizem que sou forte, verdadeira, então, acho que posso ajudar. Nos hospitais as pessoas sofrem demais. Eu moro num lugar ótimo, ando num carro ótimo, automático, mas tem tanta gente que não tem o que comer. A gente não olha para o próximo. E tem gente que pode ajudar, mas que está sentado numa cadeira e só olha pra si próprio. Eu não vou olhar só pra mim. Eu quero olhar pras mulheres, saber o que é necessário. Eu nunca fui política, mas sou boa de coração.

Durante um período da sua vida você esteve em contato direto com a situação do sistema prisional. Tem algum plano específico para o setor?
Simony -Esse setor não é meu. Eu não pensei em nada a respeito disso. Vi muitas coisas lá que podem melhorar, mas eu não gostaria de entrar nesse mérito de cadeia, isso é muito amplo, entram muitas coisas que eu não estudei, não entrei muito a fundo. Eu prefiro falar daquilo que sei.

E o que você sabe? Como tem se preparado para exercer o cargo? Você estuda teoria política, lê algo a respeito?
Simony -Eu leio as leis que tratam dessas coisas que quero fazer. A minha preparação é ouvir o que as pessoas precisam. E me preparo psicologicamente para aquilo que terei que enfrentar. Mas, se me dispus a isso, então, tenho que ser forte. Se eu tenho dinheiro no bolso e vejo alguém que precisa, já quero ajudar na hora. Agora, com a campanha, visitando as comunidades e vendo o que elas precisam deixa mais claro aquilo que precisa ser feito. É muito fácil ficar dentro de casa e não ver a realidade. Tirar o sapato salto, entrar na favela, tudo isso é importante. E eu sempre fiz isso, porque faço shows em todo lugar. É aquela coisa, “o artista vai onde o povo está”.


Você conversa ou recebe conselhos de algum político experiente?
Simony -Meu professor é o Celso Russomanno. Meu avô trabalha com ele há 16 anos. Vivemos política o tempo todo lá em casa por isso, porque meu avô é assessor dele. O Celso é a pessoa com quem eu converso, em quem me espelho. Ele não tem mancha na vida política, sempre defendeu o povo. Eu costumo dizer que ele é meu anjo da guarda nessa área da política. É pra quem eu ligo quando tenho dúvidas. Ele é muito inteligente.

Teme sofrer algum tipo de preconceito por vir da classe artística?
Simony -Isso é normal, porque teve muita gente que entrou na política se aproveitando da popularidade apenas. O povo tem todo o direito de ter um pé atrás em tudo. Mas quando eles virem que tenho propostas pautadas e sérias isso muda. Tenho quase 30 anos de carreira, e 34 de vida. Jogar fora uma carreira inteira dessa para entrar na política e fazer coisa feia, errada, isso não é da minha índole. As pessoas viram como eu sou. Eu estou entrando na política não por oportunismo. Eu ia lançar um DVD que não vai sair mais por causa da lei eleitoral. Eu não sou uma artista falida que está indo para a política por causa de dinheiro. Não corro esse risco. Minha agenda é cheia. Não sou oportunista e não quero que me confundam com outras pessoas.

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